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Posts Tagged ‘universo’

Um Sol diferente

Sou amante do Sol, há algo nele que me encanta, aprecio igualmente a Lua, ambos me iluminam diariamente onde eu for e como for…

Navegando no meu Facebook nesta noite encontrei este poema e compartilho com você …

 ——–

Neste dia eu lhe desejo um sol diferente.

Que apesar de todas as dificuldades,

apesar de algumas tristezas que insistem,

que mesmo com essa montanha erguida,

o sol possa ser seu presente mais doce.

Desejo ao seu coração o querer que ele quer.

Que nas palavras que ele sussurra dentro do seu peito,

sejam ouvidas aquelas que têm sabor de liberdade.

Que você esteja atendo para o sopro da sua vontade real,

e jamais desista dos seus passos em direção à verdade.

Desejo que sua percepção acorde mais plena no calor de um sol novo e renovador.

Que ele lhe encoraje às atitudes que estão querendo respirar.

Aquelas que sempre são substituídas,

Aquelas que não se arrojam por ter os pesos de conceitos por demais antigos. Desejo que você aceite seu tempo, seja ele qual for.

Que sinta serenidade na espera necessária para que a semente plantada brote no tempo certo.

Desejo então que sua flor seja inteira,

e mesmo que inicialmente pequena e frágil,

ela lhe traga as luzes de uma estrada azul.

Que sua sabedoria esteja desperta aguardando com tranqüilidade o desabrochar da sua flor.

Em paz, em cadência ritmada com o aprendizado que vem chegando.

Em mais suaves permissões a você.

Em muito mais reconhecimento da sua coragem.

Desejo a você um sol diferente.

Espalhando seu sorriso pela densidade das nuvens,

simplificando o aspecto complicado de alguns momentos e mostrando-lhe a fonte essencial para sua sede.

Desejo que a cada instante você desnude mais seu coração e deixe que nele vibre em tom maior: O AMOR .

O amor na sua expressão mais simples.

Que não mede, não faz contas e que tem o poder de lhe erguer acima de todas as montanhas escuras.

(Autor desconhecido)

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Opostos que se atraem!!!

Deitada na grama do meu jardim, parei para observar o céu…

Logo me veio, dois astros: sol e lua, dois extremos, dois opostos, quando um chega o outro sai, quando um brilha o outro apaga, ambos reinam sozinhos…

Num mesmo céu, no mesmo espaço, mas sozinhos… Dia e noite os separam, um precisa da luz do outro para brilhar, mas juntos um ofusca o outro, porém mesmo assim, um apagando o outro, é notório ver que nos dias de verão a lua se demora a partir…

Que beleza vê-la num canto do céu e o sol logo a sua frente no outra canto… Mas que desapontamento, um não toca o outro…

Dentro de mim uma certeza: ambos se decoram, decorar é guardar dentro, para não mais esquecer…

Num curto tempo, imagino que apenas dizem: até…

E o que dizer dos eclipses, seria uma explosão de encontro? Nos brecam, nos paralisam!

Contemplamos o inatingível, o inviável, dois astros juntos num mesmo espaço, um sobre o outro, num breve instante, pausam-se…

Fiquei imaginando se ambos fossem gente, homem e mulher, apaixonados e essa fosse a única oportunidade lhes dada pelo universo, qual seria a fala? O que sussurrariam? Estariam sobre o peso de nossos olhares! O que diriam? Calariam, tentariam se explicar das ausências, dos contratempos? …

Não, o silencio de um sobre o outro os calaria! No amor não precisa de palavras, quando o amor é puro e verdadeiro, transcende a fala, o silencio existe para ouvir o leve toque do coração, há tempo apenas para sentir, são os sentidos que aguçam, o cheiro, um olhar e tempo o suficiente para decorar a pessoa dentro de si…

Imagino que sol e lua fazem essa pausa regida por anos luz para nos provar que ambos tem papeis para o mundo muito semelhantes: clarear, acender, iluminar a vida dos viventes, fazer brilhar amores …

Dar vida, anunciar o fim e o começo de um presente, indicar caminho… Enfim, ser luz… Brilhar entre as estrelas sem jamais deixar o céu…

Deixar que o outro viva e brilhe, brilhe muito, não querer o céu só para si, ao contrário ceder e deixar que outro fique e brilhe, ilumine…

Seria eu capaz de apagar-me apenas para ver o ser amado brilhar? Teria eu coragem de retirar-me quando o amado chega, apenas para não lhe ofuscar? Seria eu suficientemente amante a ponto de entregar meu céu, onde poderia reinar sozinha para deixar que meu amado brilhasse e acendesse a outros?

Minha resposta foi clara e definitiva! O amor exige renuncias!

Tiro assim minha conclusão: Sol e Lua não falam, tão pouco tem sentimentos ou sentidos, menos ainda coração, mas me ensinam a cada manhã e a cada anoitecer que se a humanidade tivesse algo ou alguém que desejasse tanto como o sol deseja a lua e vice versa, a ponto de causar um apagão chamado eclipse onde pudesse parar o mundo e ver como é bom ser esperado…

Certamente teríamos um mundo melhor… A espera embeleza o esperado…

Somos astros deste mundo, procuremos dentro de nosso universo acender nossos amores com nossas luzes incandescentes de eternidade e de um eterno eclipse…

Que a partir deste próximo por de sol possamos aprender que a luz do outro ilumina meu passo, ao passo que permito que ele brilhe sem ter medo de sua luz…

 A luz do outro deveria ser apenas um espelho onde pudéssemos refletir e devolver a luz, sendo assim ilumine a tudo e a todos, passe pela via acendendo e sendo luz…

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